Arquivo postado em ‘Panama City’

PORTO BARSUGUI!

Sunday, December 2nd, 2012

Depois que deixei o escritório da Lam Tours seguimos em direção ao Porto de Barsugui de onde saem os barcos para as ilhas de San Blas. Para cada ilha do arquipélago há um barco e um comandante. Esse foi o primeiro local que tive contato com a comunidade indígena dos Kuna Yala. Eles são bem reservados, falam pouco e se comunicam entre eles num idioma impossível de compreender. Preste muita atenção onde vai deixar a mochila e as comidas no barco, pois dependendo das manobras do piloto molha tudo que está dentro do bote, inclusive os passageiros hehe. Antes de subir no barco é preciso pagar adiantado ao piloto o valor da ida U$10,00 ou U$15,00.

Fotos: Giramundos.com

A CAMINHO DE SAN BLAS (CONTINUAÇÃO…)

Tuesday, November 27th, 2012

Depois que deixei o escritório da Lam Tours, seguimos em direção ao Porto de Barsugui de onde saem os barcos para as ilhas de San Blas. No meu do caminho fotografei algumas guaritas que estão estrategicamente localizadas para cobrar dos turistas impostos da reserva indígena dos Kuna Yala. Há trechos da estrada que são extremamente perigosos, fiquei de olho no motorista o tempo todo e rezando para que chegássemos com vida. No último posto de controle fiquei preocupado, pois quem nos parou foi um homem vestido de com roupa camuflada portando uma submetralhadora nas e com cara de mafioso. A guia nos contou que dependo da nacionalidade dos turistas, esses impostores cobram mais propina do que os outros. Tive muita sorte de não ter sido extorquido!

Fotos: Giramundos.com

COMO CHEGAR A SAN BLAS?

Monday, November 26th, 2012

Oi amigos e leitores do blog, precisei interromper por alguns dias os posts da minha viagem na América Central, pois surgiram algumas matérias importantíssimas para serem publicadas no blog. De volta à minha “trip” no Panamá, hoje vamos conhecer um paraíso chamado “San Blas”. Quero passar-lhe as dicas de como chegar nesse oásis da natureza, os tramites, valores entre outros. Um dia antes de partir para San Blas é preciso reservar o passeio no hostel onde você estiver hospedado. É necessário pagar antecipadamente U$5,00 dólares por pessoa pela reserva, esse valor será reembolsado no final do tour. A melhor empresa para você contratar os passeios para San Blas é a “Lam Tours”. Uma das proprietárias e guias da empresa é a Judy, uma simpática panamenha responsável de passar às 05h30 nos Hostels pegando os mochileiros que vão a San Blas. A caminho das ilhas Judy faz uma parada de 40 minutos em um escritório da Lam Tours para finalizar os tramites do pagamento. Nesse local é preciso mostrar o…

passaporte, decidir qual das 32 ilhas do arquipélago deseja conhecer e que tipo de alojamento você quer se hospedar. É necessário também pagar U$50,00 dólares pelo transfer de ida e volta até o porto de onde saem os barcos para San Blas. Nesse mesmo local há um supermercado para os mochileiros comprarem água potável, frutas, comidas leves e outros mantimentos que possam ser úteis nas ilhas. São três horas em Jeep 4×4 da cidade do Panamá até “Barsugui”, porto onde saem os barcos. Chegando a Barsugui é preciso pagar uma taxa de U$ 3,00 dólares para entrar na Reserva dos Kuna Yala e mais U$1,00 de imposto. De Barsugui até qualquer uma das ilhas é cobrada uma taxa pelo transporte em lancha de ida e volta U$20,00 por pessoa. Chegando nas ilhas fui recebido por uma família indígena dos Kunas Yala, a qual ficou responsável em preparar meu café da manhã, almoço e jantar. Dicas importantes: leve consigo repelente, protetor solar, lanterna e pilhas de reserva. No próximo post vou falar sobre a Ilha Diablo!

Foto: Giramundos.com – (Essa pulseira contém dados importantes da Lam Tour em caso de emergência)

Foto: Giramundos.com – (Depois das compras partimos rumo à San Blas)

Fotos: Giramundos.com – (Eu e a “Judy”)

Oi amigos e leitores do blog, precisei interromper por alguns dias os posts da minha viagem na América Central, pois surgiram algumas matérias importantíssimas para serem publicadas no blog. De volta à minha “trip” no Panamá, hoje vamos conhecer um paraíso chamado “San Blas”. Quero passar-lhe as dicas de como chegar nesse oásis da natureza, os tramites, valores entre outros. Um dia antes de partir para San Blas é preciso reservar o passeio no hostel onde você estiver hospedado. É necessário pagar antecipadamente U$5,00 dólares por pessoa pela reserva, esse valor será reembolsado no final do tour. A melhor empresa para você contratar os passeios para San Blas é a “Lam Tours”. Uma das proprietárias e guias da empresa é a Judy, uma simpática panamenha responsável de passar às 05h30 nos Hostels pegando os mochileiros que vão a San Blas. A caminho das ilhas Judy faz uma parada de 40 minutos em um escritório da Lam Tours para finalizar os tramites do pagamento. Nesse local é preciso mostrar o…

passaporte, decidir qual das 32 ilhas do arquipélago deseja conhecer e que tipo de alojamento você quer se hospedar. É necessário também pagar U$50,00 dólares pelo transfer de ida e volta até o porto de onde saem os barcos para San Blas. Nesse mesmo local há um supermercado para os mochileiros comprarem água potável, frutas, comidas leves e outros mantimentos que possam ser úteis nas ilhas. São três horas em Jeep 4×4 da cidade do Panamá até “Barsugui”, porto onde saem os barcos. Chegando a Barsugui é preciso pagar uma taxa de U$ 3,00 dólares para entrar na Reserva dos Kuna Yala e mais U$1,00 de imposto. De Barsugui até qualquer uma das ilhas é cobrada uma taxa pelo transporte em lancha de ida e volta U$20,00 por pessoa. Chegando nas ilhas fui recebido por uma família indígena dos Kunas Yala, a qual ficou responsável em preparar meu café da manhã, almoço e jantar. Dicas importantes: leve consigo repelente, protetor solar, lanterna e pilhas de reserva. No próximo post vou falar sobre a Ilha Diablo!

Foto: Giramundos.com – (Essa pulseira contém dados importantes da Lam Tour em caso de emergência)

Foto: Giramundos.com – (Depois das compras partimos rumo à San Blas)

Fotos: Giramundos.com – (Eu e a “Judy”)

Oi amigos e leitores do blog, precisei interromper por alguns dias os posts da minha viagem na América Central, pois surgiram algumas matérias importantíssimas para serem publicadas no blog. De volta à minha “trip” no Panamá, hoje vamos conhecer um paraíso chamado “San Blas”. Quero passar-lhe as dicas de como chegar nesse oásis da natureza, os tramites, valores entre outros. Um dia antes de partir para San Blas é preciso reservar o passeio no hostel onde você estiver hospedado. É necessário pagar antecipadamente U$5,00 dólares por pessoa pela reserva, esse valor será reembolsado no final do tour. A melhor empresa para você contratar os passeios para San Blas é a “Lam Tours”. Uma das proprietárias e guias da empresa é a Judy, uma simpática panamenha responsável de passar às 05h30 nos Hostels pegando os mochileiros que vão a San Blas. A caminho das ilhas Judy faz uma parada de 40 minutos em um escritório da Lam Tours para finalizar os tramites do pagamento. Nesse local é preciso mostrar o…

passaporte, decidir qual das 32 ilhas do arquipélago deseja conhecer e que tipo de alojamento você quer se hospedar. É necessário também pagar U$50,00 dólares pelo transfer de ida e volta até o porto de onde saem os barcos para San Blas. Nesse mesmo local há um supermercado para os mochileiros comprarem água potável, frutas, comidas leves e outros mantimentos que possam ser úteis nas ilhas. São três horas em Jeep 4×4 da cidade do Panamá até “Barsugui”, porto onde saem os barcos. Chegando a Barsugui é preciso pagar uma taxa de U$ 3,00 dólares para entrar na Reserva dos Kuna Yala e mais U$1,00 de imposto. De Barsugui até qualquer uma das ilhas é cobrada uma taxa pelo transporte em lancha de ida e volta U$20,00 por pessoa. Chegando nas ilhas fui recebido por uma família indígena dos Kunas Yala, a qual ficou responsável em preparar meu café da manhã, almoço e jantar. Dicas importantes: leve consigo repelente, protetor solar, lanterna e pilhas de reserva. No próximo post vou falar sobre a Ilha Diablo!

Foto: Giramundos.com – (Essa pulseira contém dados importantes da Lam Tour em caso de emergência)

Foto: Giramundos.com – (Depois das compras partimos rumo à San Blas)

Fotos: Giramundos.com – (Eu e a “Judy”)

PRATOS TÍPICOS DO PANAMÁ!

Saturday, November 10th, 2012

Lembram-se do Rogério taxista, ele foi o responsável por me levar em um dos restaurantes mais tradicionais da cidade do Panamá. Nesse lugar provamos pratos típicos do país, entre eles, a “Roupa Vieja”: acompanha arroz, uma bola de purê de batatas e um desfiado de carne temperado com legumes, uma delícia. O outro prato que degustamos foi a “corvina a la plancha”. Filé de peixe temperado ao sugo de limão com alho, muito bom também. Uma curiosidade bacana sobre a culinária do Panamá, é que em qualquer refeição do dia, principalmente no almoço, os panamenhos servem antes da comida chegar à mesa, uma jarra grande de água bem gelada. Por um lado é ótimo, mata a sede do calor caribenho, por outro, enche a barriga e você não consegue terminar sua refeição. Esperam que estejam gostando da minha viagem pela América Central, o Panamá é incrível. Até logo!

Foto: Giramundos.com – (Prato: Ropa Vieja)

Fotos: Giramundos.com

Lembram-se do Rogério taxista, ele foi o responsável por me levar em um dos restaurantes mais tradicionais da cidade do Panamá. Nesse lugar provamos pratos típicos do país, entre eles, a “Roupa Vieja”: acompanha arroz, uma bola de purê de batatas e um desfiado de carne temperado com legumes, uma delícia. O outro prato que degustamos foi a “corvina a la plancha”. Filé de peixe temperado ao sugo de limão com alho, muito bom também. Uma curiosidade bacana sobre a culinária do Panamá, é que em qualquer refeição do dia, principalmente no almoço, os panamenhos servem antes da comida chegar à mesa, uma jarra grande de água bem gelada. Por um lado é ótimo, mata a sede do calor caribenho, por outro, enche a barriga e você não consegue terminar sua refeição. Esperam que estejam gostando da minha viagem pela América Central, o Panamá é incrível. Até logo!

Foto: Giramundos.com – (Prato: Ropa Vieja)

Fotos: Giramundos.com

Lembram-se do Rogério taxista, ele foi o responsável por me levar em um dos restaurantes mais tradicionais da cidade do Panamá. Nesse lugar provamos pratos típicos do país, entre eles, a “Roupa Vieja”: acompanha arroz, uma bola de purê de batatas e um desfiado de carne temperado com legumes, uma delícia. O outro prato que degustamos foi a “corvina a la plancha”. Filé de peixe temperado ao sugo de limão com alho, muito bom também. Uma curiosidade bacana sobre a culinária do Panamá, é que em qualquer refeição do dia, principalmente no almoço, os panamenhos servem antes da comida chegar à mesa, uma jarra grande de água bem gelada. Por um lado é ótimo, mata a sede do calor caribenho, por outro, enche a barriga e você não consegue terminar sua refeição. Esperam que estejam gostando da minha viagem pela América Central, o Panamá é incrível. Até logo!

Foto: Giramundos.com – (Prato: Ropa Vieja)

Fotos: Giramundos.com

NÃO RECOMENDO COMER “KREP´S” NA CIDADE DO PANAMÁ!

Saturday, November 10th, 2012

Acredito que um Blog de Viagem e Turismo não vive apenas de dicas positivas sobre os lugares que o autor visita. Particularmente, sou um redator muito sincero e idôneo em relação às informações que publico no blog, independente se trata de um elogio ou uma crítica. Por exemplo, não remendo aos meus leitores comerem os “krep´s suíço” do Panamá, pois eles são sem graça, sem recheio, sem sabor e o pior, é caro. O restaurante La Petite Bretagne Crêperie é bem aconchegante, tem mesinhas retro, está bem localizado no centro de Caso Antigo, mas seu conteúdo principal não faz muito sucesso. Primeiro, o krep´s desse restaurante é…

o mais “magrelo” que já comi na vida. Podem conferir na foto abaixo, o krep´s que comi veio sobre uma massa fininha com nove pedacinhos de frango mal cozidos. Sinceramente estava muito ruim. O de presunto então veio com três pedaços esturricados em cima da massa sem sabor. Respeito muito a maneira com que esse chefe panamenho prepara seus krep´s, mas infelizmente eles não agradarão ao paladar de nenhum brasileiro. Os krep´s no Brasil são deliciosos, incrementados e com bastante recheio. De uma certa forma peço desculpas ao proprietário do La Petite pela franqueza, mas preciso ser sincero com os meus leitores!

 Foto: Giramundos.com – (Olhem a sobremesa: Um krep´s gorduroso cheio de açúcar)

Fotos: Giramundos.com

Acredito que um Blog de Viagem e Turismo não vive apenas de dicas positivas sobre os lugares que o autor visita. Particularmente, sou um redator muito sincero e idôneo em relação às informações que publico no blog, independente se trata de um elogio ou uma crítica. Por exemplo, não remendo aos meus leitores comerem os “krep´s suíço” do Panamá, pois eles são sem graça, sem recheio, sem sabor e o pior, é caro. O restaurante La Petite Bretagne Crêperie é bem aconchegante, tem mesinhas retro, está bem localizado no centro de Caso Antigo, mas seu conteúdo principal não faz muito sucesso. Primeiro, o krep´s desse restaurante é…

o mais “magrelo” que já comi na vida. Podem conferir na foto abaixo, o krep´s que comi veio sobre uma massa fininha com nove pedacinhos de frango mal cozidos. Sinceramente estava muito ruim. O de presunto então veio com três pedaços esturricados em cima da massa sem sabor. Respeito muito a maneira com que esse chefe panamenho prepara seus krep´s, mas infelizmente eles não agradarão ao paladar de nenhum brasileiro. Os krep´s no Brasil são deliciosos, incrementados e com bastante recheio. De uma certa forma peço desculpas ao proprietário do La Petite pela franqueza, mas preciso ser sincero com os meus leitores!

 Foto: Giramundos.com – (Olhem a sobremesa, um krep´s gorduroso cheio de açúcar)

Fotos: Giramundos.com

Acredito que um Blog de Viagem e Turismo não vive apenas de dicas positivas sobre os lugares que o autor visita. Particularmente, sou um redator muito sincero e idôneo em relação às informações que publico no blog, independente se trata de um elogio ou uma crítica. Por exemplo, não remendo aos meus leitores comerem os “krep´s suíço” do Panamá, pois eles são sem graça, sem recheio, sem sabor e o pior, é caro. O restaurante La Petite Bretagne Crêperie é bem aconchegante, tem mesinhas retro, está bem localizado no centro de Caso Antigo, mas seu conteúdo principal não faz muito sucesso. Primeiro, o krep´s desse restaurante é…

o mais “magrelo” que já comi na vida. Podem conferir na foto abaixo, o krep´s que comi veio sobre uma massa fininha com nove pedacinhos de frango mal cozidos. Sinceramente estava muito ruim. O de presunto então veio com três pedaços esturricados em cima da massa sem sabor. Respeito muito a maneira com que esse chefe panamenho prepara seus krep´s, mas infelizmente eles não agradarão ao paladar de nenhum brasileiro. Os krep´s no Brasil são deliciosos, incrementados e com bastante recheio. De uma certa forma peço desculpas ao proprietário do La Petite pela franqueza, mas preciso ser sincero com os meus leitores!

 Foto: Giramundos.com – (Olhem a sobremesa, um krep´s gorduroso cheio de açúcar)

Fotos: Giramundos.com

O CANAL DO PANAMÁ!

Saturday, November 10th, 2012

Olá leitores de plantão, o Canal do Panamá não é apenas o caminho mais curto entre o Oceano Atlântico e Pacifico, é também um dos lugares mais bonitos do país e uma das travessias mais importantes do mundo. Visitar esse incrível monumento da engenharia é um privilégio que estou tendo, e quero dividi-lo com vocês. Construído entre 1908 e 1914, o Canal do Panamá tem uma extensão de 82 km, 153 metros de largura, 25 metros de profundidade e três eclusas duplas. Uma potência não é! O canal é sem dúvida um dos maiores responsáveis pelo fluxo marítimo internacional, o que hoje corresponde a 4% do comércio mundial. Por ano passam pelo Canal do Panamá aproximadamente 15 mil navios. As principais trajetórias saem do litoral leste norte-americano com destino à costa oeste da América do Sul. Há também um fluxo de origem europeia que segue rumo à costa oeste dos EUA e do Canadá. Um dado interessante, é que depois…

de várias disputas pela soberania do canal, Panamá e EUA assinaram em 1977 um acordo pelo qual o controle passaria definitivamente aos panamenhos no ano 2000. Depois da segunda guerra mundial, um forte desmatamento deflagrado pela urbanização dos pontos devastou uma grande parte da floresta caribenha. Além da perda de milhares de hectares de mata nativa, também se desencadeou a alteração dos mapas hidrológicos que alimentam o Canal do Panamá. Uma dica importantíssima para quem deseja ver os navios cruzando o canal é se programar antes e ligar no “Centro de Visitantes de Mira Flores”.  Como ninguém me havia dito essa dica, visitei o canal por volta das 15h00, muito tarde para quem desejava ver os navios de carga e até cruzeiro passando pelo canal. Um dos funcionários do local me disse que a maioria dos visitantes chegam as 11h30 para ver a principal travessia, que acontece entre 12h00 e 13h00.

Fotos: Giramundos.com

INFORMAÇÕES SOBRE O CANAL DO PANAMÁ:

VALORES:
U$ 3,00 – estudante
U$ 5,00 – normal (adulto e estrangeiro)

Olá leitores de plantão, o Canal do Panamá não é apenas o caminho mais curto entre o Oceano Atlântico e Pacifico, é também um dos lugares mais bonitos do país e uma das travessias mais importantes do mundo. Visitar esse incrível monumento da engenharia é um privilégio que estou tendo, e quero dividi-lo com vocês. Construído entre 1908 e 1914, o Canal do Panamá tem uma extensão de 82 km, 153 metros de largura, 25 metros de profundidade e três eclusas duplas. Uma potência não é! O canal é sem dúvida um dos maiores responsáveis pelo fluxo marítimo internacional, o que hoje corresponde a 4% do comércio mundial. Por ano passam pelo Canal do Panamá aproximadamente 15 mil navios. As principais trajetórias saem do litoral leste norte-americano com destino à costa oeste da América do Sul. Há também um fluxo de origem europeia que segue rumo à costa oeste dos EUA e do Canadá. Um dado interessante, é que depois…

de várias disputas pela soberania do canal, Panamá e EUA assinaram em 1977 um acordo pelo qual o controle passaria definitivamente aos panamenhos no ano 2000. Depois da segunda guerra mundial, um forte desmatamento deflagrado pela urbanização dos pontos devastou uma grande parte da floresta caribenha. Além da perda de milhares de hectares de mata nativa, também se desencadeou a alteração dos mapas hidrológicos que alimentam o Canal do Panamá. Uma dica importantíssima para quem deseja ver os navios cruzando o canal é se programar antes e ligar no “Centro de Visitantes de Mira Flores”.  Como ninguém me havia dito essa dica, visitei o canal por volta das 15h00, muito tarde para quem desejava ver os navios de carga e até cruzeiro passando pelo canal. Um dos funcionários do local me disse que a maioria dos visitantes chegam as 11h30 para ver a principal travessia, que acontece entre 12h00 e 13h00.

Fotos: Giramundos.com

INFORMAÇÕES SOBRE O CANAL DO PANAMÁ:

VALORES:
U$ 3,00 – estudante
U$ 5,00 – normal (adulto e estrangeiro)

Olá leitores de plantão, o Canal do Panamá não é apenas o caminho mais curto entre o Oceano Atlântico e Pacifico, é também um dos lugares mais bonitos do país e uma das travessias mais importantes do mundo. Visitar esse incrível monumento da engenharia é um privilégio que estou tendo, e quero dividi-lo com vocês. Construído entre 1908 e 1914, o Canal do Panamá tem uma extensão de 82 km, 153 metros de largura, 25 metros de profundidade e três eclusas duplas. Uma potência não é! O canal é sem dúvida um dos maiores responsáveis pelo fluxo marítimo internacional, o que hoje corresponde a 4% do comércio mundial. Por ano passam pelo Canal do Panamá aproximadamente 15 mil navios. As principais trajetórias saem do litoral leste norte-americano com destino à costa oeste da América do Sul. Há também um fluxo de origem europeia que segue rumo à costa oeste dos EUA e do Canadá. Um dado interessante, é que depois…

de várias disputas pela soberania do canal, Panamá e EUA assinaram em 1977 um acordo pelo qual o controle passaria definitivamente aos panamenhos no ano 2000. Depois da segunda guerra mundial, um forte desmatamento deflagrado pela urbanização dos pontos devastou uma grande parte da floresta caribenha. Além da perda de milhares de hectares de mata nativa, também se desencadeou a alteração dos mapas hidrológicos que alimentam o Canal do Panamá. Uma dica importantíssima para quem deseja ver os navios cruzando o canal é se programar antes e ligar no “Centro de Visitantes de Mira Flores”.  Como ninguém me havia dito essa dica, visitei o canal por volta das 15h00, muito tarde para quem desejava ver os navios de carga e até cruzeiro passando pelo canal. Um dos funcionários do local me disse que a maioria dos visitantes chegam as 11h30 para ver a principal travessia, que acontece entre 12h00 e 13h00.

Fotos: Giramundos.com

INFORMAÇÕES SOBRE O CANAL DO PANAMÁ:

VALORES:
U$ 3,00 – estudante
U$ 5,00 – normal (adulto e estrangeiro)

MEU TAXISTA NO PANAMÁ!

Friday, November 9th, 2012

Bom dia pessoal… Desculpe-me pela demora dos post sobre o meu mochilão na América Central. Nos últimos dias precisei postar algumas matérias importantes para o blog, por isso me atrasei. Enfim, de volta a minha viagem, hoje quero apresentar-lhes o taxista que me ajudou a conhecer melhor a cidade do Panamá. O nome dele é Rogério, um simpático panamenho que trabalha todos os dias levando e trazendo as pessoas dentro de um carro para ganhar a vida. Rogério além de taxista oferece aos seus passageiros informações turísticas sem custo algum. O taxista me revelou que quando um grupo de passageiros negocia uma corrida de cinco horas para conhecer os principais…

pontos turísticos da cidade, ele oferece como cortesia informações dos lugares. Um detalhe curioso e engraçado dessa história, é que o carro que Rogério utiliza para trabalhar é cheio de segredos e artimanhas. Enquanto o carro está em movimento, a chave do contato sai e entra da ignição sem desligar o automóvel, incrível! Outro fato interessante, sempre que Rogério estacionava seu possante, ele era obrigado a desligar uns fios do motor para o carro não fazer barulho. No final, conseguimos completar o roteiro e conhecer Acredito que já deu para perceber, a avançada tecnologia do cenário automobilístico a disposição dos taxistas, hehe. No próximo post vocês conhecerão o Canal do Panamá!

Fotos: Giramundos.com

Bom dia pessoal… Desculpe-me pela demora dos post sobre o meu mochilão na América Central. Nos últimos dias precisei postar algumas matérias importantes para o blog, por isso me atrasei. Enfim, de volta a minha viagem, hoje quero apresentar-lhes o taxista que me ajudou a conhecer melhor a cidade do Panamá. O nome dele é Rogério, um simpático panamenho que trabalha todos os dias levando e trazendo as pessoas dentro de um carro para ganhar a vida. Rogério além de taxista oferece aos seus passageiros informações turísticas sem custo algum. O taxista me revelou que quando um grupo de passageiros negocia uma corrida de cinco horas para conhecer os principais…

pontos turísticos da cidade, ele oferece como cortesia informações dos lugares. Um detalhe curioso e engraçado dessa história, é que o carro que Rogério utiliza para trabalhar é cheio de segredos e artimanhas. Enquanto o carro está em movimento, a chave do contato sai e entra da ignição sem desligar o automóvel, incrível! Outro fato interessante, sempre que Rogério estacionava seu possante, ele era obrigado a desligar uns fios do motor para o carro não fazer barulho. No final, conseguimos completar o roteiro e conhecer Acredito que já deu para perceber, a avançada tecnologia do cenário automobilístico a disposição dos taxistas, hehe. No próximo post vocês conhecerão o Canal do Panamá!

Fotos: Giramundos.com

Bom dia pessoal… Desculpe-me pela demora dos post sobre o meu mochilão na América Central. Nos últimos dias precisei postar algumas matérias importantes para o blog, por isso me atrasei. Enfim, de volta a minha viagem, hoje quero apresentar-lhes o taxista que me ajudou a conhecer melhor a cidade do Panamá. O nome dele é Rogério, um simpático panamenho que trabalha todos os dias levando e trazendo as pessoas dentro de um carro para ganhar a vida. Rogério além de taxista oferece aos seus passageiros informações turísticas sem custo algum. O taxista me revelou que quando um grupo de passageiros negocia uma corrida de cinco horas para conhecer os principais…

pontos turísticos da cidade, ele oferece como cortesia informações dos lugares. Um detalhe curioso e engraçado dessa história, é que o carro que Rogério utiliza para trabalhar é cheio de segredos e artimanhas. Enquanto o carro está em movimento, a chave do contato sai e entra da ignição sem desligar o automóvel, incrível! Outro fato interessante, sempre que Rogério estacionava seu possante, ele era obrigado a desligar uns fios do motor para o carro não fazer barulho. No final, conseguimos completar o roteiro e conhecer Acredito que já deu para perceber, a avançada tecnologia do cenário automobilístico a disposição dos taxistas, hehe. No próximo post vocês conhecerão o Canal do Panamá!

Fotos: Giramundos.com